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Flávio Rocha afirma: “Não vejo desigualdade social como um problema”

Para o potiguar e candidato a presidência da República Flávio Rocha, do PRB, a desigualdade social não chega a ser um “problema”. E, se o fosse, seria de fácil solução. Pelo menos, foi isso que Rocha afirmou em entrevista concedida ao programa Band Eleições, nesta segunda-feira 16.
A pergunta era como o empresário, que ficou conhecido nacionalmente pelo trabalho frente ao grupo Riachuelo, via o fato de que os 10% mais ricos do país recebiam a mesma quantia que os 80% mais pobres – segundo estudo recente divulgado pelo IBGE.  Segundo Flávio Rocha, porém, essa questão da desigualdade social não poderia ser vista como um “problema”.
“Se a desigualdade fosse um problema, seria um problema de muito fácil solução”, afirmou Flávio Rocha, justificando que “uma taba indígena tem um índice de igualdade muito menor, é uma sociedade muito mais igualitária, do que Manhattan ou outras metrópoles”.
“Existe estudos até mais dramáticos que diz que a soma de cinco fortunas no Brasil que equivalem a soma dos 10% mais pobres. Acho que isso é uma visão equivocada do processo de geração de renda. Uma sociedade próspera é aquela que consegue criar condições favoráveis para que haja o crescimento de acumulação de riquezas”, avaliou Flávio Rocha, concluindo, ao final da resposta, que: “então, acho que isso não é um problema”.
Flávio Rocha é filho do potiguar Nevaldo Rocha, fundador e dono do Grupo Guararapes, que controla a Midway Financeira, o shopping Midway Mall e o Teatro Riachuelo, ambos em Natal, além das Lojas Riachuelo. Segundo reportagem publicada no ano passado pelo portal R7, Nevaldo tem fortuna estimada em US$ 2,4 bilhões e atualmente é o 20º homem mais rico do Brasil.


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