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RN recebe neste sábado 19 novos médicos formados no exterior



Rio Grande do Norte vai receber 19 novos médicos formados no exterior para trabalhar no estado pelo Programa Mais Médicos. Os profissionais foram selecionados na segunda etapa do programa e chegam a Natal neste sábado (26) em um voo da Força Aérea Brasileira (FAB). O desembarque está previsto para acontecer às 11h20, na Base Aérea de Natal. Pelo cronograma, os novos médicos devem começar a trabalhar no dia 3 de novembro. Na primeira fase o estado recebeu 19 médicos formados no exterior.

Existe a previsão de mais 26 médicos nesta segunda fase. A responsável técnica pelo Mais Médicos no estado, Uiacy Alencar, explica que a Sesap atua como acolhedora dos profissionais, fornecendo todas as informações sobre como se dará a atuação deles e sobre a realidade local do Sistema Único de Saúde (SUS).



Da segunda fase, que começou no dia 1º de outubro, já estão trabalhando sete médicos brasileiros distribuidos nos municípios de Touros,Tenente Laurentino CruzIelmo Marinho,UpanemaViçosaBoa Saúde e Rio do Fogo.

Neste sábado chegam os profissionais formados no exterior que irão atuar nos municípios de Natal, CaraúbasNova Cruz e Touros. Os médicos passaram por um período de qualificação em Fortaleza durante 15 dias.

Já no período de 29 de outubro a 1º de novembro, os profissionais do exterior irão passar por um período de qualificação e acolhimento promovido pela Sesap, oportunidade em que vão conhecer os serviços e regiões de saúde, as áreas técnicas da secretaria e as características da população dos municípios onde irão atuar. Após esse momento, os profissionais seguem para os municípios a que foram designados.

Lei do Mais Médicos

Na última terça-feira (22), a presidenta Dilma Rousseff sancionou  a Lei do Programa Mais Médicos. O texto final, conforme a modificação feita pelo Congresso Nacional transfere ao Ministério da Saúde a responsabilidade de emitir os registros dos médicos formados em outros países, cabendo a fiscalização da atuação dos profissionais a cargo dos Conselhos Regionais de Medicina.

A lei também mantém a definição original do programa, de que os médicos estrangeiros só poderão exercer a medicina no âmbito do Programa. Com o registro emitido pelo Ministério da Saúde, os profissionais ficam aptos a atender exclusivamente na atenção básica e nos municípios em que foram alocados, por um período de três anos. Esse é o prazo máximo para atuação no país sem a revalidação do diploma.




Fonte: G1/RN